← Todos os repertórios

Obra·Gilberto Dimenstein

O cidadão de papel

jornalista brasileiro, 1956–2020

De que adianta um direito que só existe escrito?

A ideia

Dimenstein percorre a distância entre a Constituição de 1988 e a vida real de crianças e adolescentes brasileiros. O cidadão de papel é aquele cujos direitos estão todos previstos e nenhum garantido: existe na lei e não na prática. O livro foi escrito para leitores jovens, e é acessível.

Serve para

Sustentar a diferença entre direito formal e direito efetivo com fonte brasileira.

Fonte

O Cidadão de Papel (1993)

Nomeie a obra e o ano. Se for um trecho específico, diga em que parte ele está.

Ajuda a pontuar

C2 · Compreensão e repertórioC3 · Argumentação

Combina com quem pensa como

HumanistaInvestigador